sexta-feira, 15 de julho de 2011

Fake Plastic Trees



Tenham em mente as duas imagens acima. Fixem-nas bem, pois serão de grande relevância ao desenrolar desta postagem. Com elas pretendem-se constatar dois fatos:

a) O Caos não é só um rostinho bonito um blog com histórias engraçadas, também é cultura;

b) Quanto mais estudo, mais “emburreço”.

Ontem, ao término da aula, voltei para casa de carona com Tadeu e Paulinha. Conversamos sobre o mercado de trabalho e sobre Michelle que estuda conosco e vai para Singapura a trabalho. Eu que, a trabalho, vou ao máximo a minha casa almoçar e retorno (teoricamente em 60 minutos) perguntei:

_ Ela trabalho onde?

_ Na empresa Tal.

_Hmm...

A conversa prosseguia entre eles. Até que brotou o motivo deste:

_ E essa empresa faz o que?

_ Faz árvores de natal Léo. Tanto secas quanto molhadas. (disse Paulinha)

_ Saquei. Então, ela só tem lucro no final do ano. Que merda heim!


Para tudo!

Neste instante como qualquer outro mero mortal pensei comigo mesmo.

Árvore de Natal Seca = Árvores natalinas de plástico;

Árvore de Natal Molhada = Árvores natalinas vivas que precisam de rega (ex.: pinheiro).

Prossigamos...


_ Não Leo, Árvore de Natal é o nome dado à cabeça dos poços de perfuração de petróleo.


Espaço cultural “Colora a minha vida com o Caos do Problema”

“Árvore de natal é o nome dado ao conjunto de válvulas instaladas em poços de exploração de petróleo e gás natural que regulam a produção de hidrocarbonetos. Existem, atualmente, dois tipos de árvore de natal: as árvores de natal convencional _ ANC e a árvore de natal molhada – ANM, esta utilizada em plataformas de exploração off-shore.”

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A vida com "S" é mais gostosa...

Senhoras e senhores,

Há muito não escrevo um post. Então, este é para provar para mim mesmo que ainda sei escrever, não me esqueci do Caos e saber se alguém ainda o lê. Estou realmente sem tempo para escrever (no momento roubei um tempo do trabalho para este post), desde a última postagem aconteceram algumas coisas:

· continuo com a pós-graduação, que me toma todo o tempo livre;

· arrumei uma namorada, na verdade foi antes do último post, me toma todo o tempo livre do tempo livre e o tempo livre da pós;

· comprei uma TV gigante e um Xbox 360, que não tenho tempo livre para jogar (saco);

· sou um aluno de inglês nível 3 básico (seja lá o isso quer dizer);

· parei de malhar pois não tenho mais tempo livre e engordei feito pão inchado numa bacia d’água (ainda bem que arrumei uma namorada);

· o Galo conquistou uma libertadores e um mundial interclubes;

· adquiri um iate, mulheres, dinheiro, mulheres, carros, mulheres , mansões, mulheres, mulheres, mulheres....

Outro dia minha irmã, Tânia, descobriu um jogo online chamado letroca. O jogo é viciante e qualquer um que passe por perto de um PC com o game fica ali em transe proferindo palavras e mais palavras. Seu objetivo é usar as letras disponíveis para formar palavras, tipo a sopa de letrinhas do Ben 10 que vi no supermercado outro dia. Quanto mais palavras formar, mais pontos você ganha.

Pois bem, estava Tânia largada em sua jogatina quando passei próximo ao PC e fui repelido de tudo que fazia para ficar aprisionado na atmosfera do vício, onde as letras pairam no ar. Como disse, o jogo nos apresenta uma série de letras para formar palavras, e lá estavam algumas das malditas alfabéticas tipo: O M L A C E, que formariam “CAMELO”. A certa altura já se formavam algumas palavras como calo, mole, cela... o jogo estava estagnado quando disse:

_ Tânia, coloca aí M-E-S-A.

_Leo, não tem “S”.

_ Não?

_ Não!

_ Hmm... então tenta C-A-S-E !!!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O Todo e as Partes.

Estou cursando pós-graduação em Segurança no Trabalho e, como não poderia deixar de ser, a turma é composta por diversas figuras, tem o rapaz que é o comedor sempre com uma história de zona pra contar, tem o surfista, tem um que me lembra o Piteco da turma da Mônica, tem o síndico, tem um que é a cara do Rocha (o policial corrupto de Tropa de Elite II) e claro tem a “figura” (com aspas antes e após).

Para compreensão geral, a “figura” (com aspas antes e após), perece o Casagrande nas transmissões de futebol. Não pela aparência física, que está mais para um nerd virgem que iniciou a graduação em física e nem por ter enfiado a nareba nas drogas e sim por seus comentários durante o jogo, digo aulas. É impressionante, mas a cada frase proferida pelo professor a “figura” (com aspas antes e após), tece seu comentário que é muitas das vezes o óbvio.

Havia um certo tempo que Casagrande não aprontava das suas – ou eu meio que me acostumei, o que é grave – mas, na última aula, o professor explicava o conceito de engenharia de resiliência e deu um exemplo:

“Se pegarmos uma árvore e a dividirmos em folhas, caule e raiz e, depois, juntarmos tudo não teremos uma árvore. Pois “um todo é mais do que a soma das partes que o constituem”. Na árvore existe vida. Quem disse isso?”

Silêncio na sala exceto por ele, a “figura” (com aspas antes e após), que pronunciou levantando a mão:

_ Fui eu.

O professor ignorou aquele braço tremulo estendido e ávido por atenção ou apenas se acostumou, o que, também, é grave. Prosseguindo:

_ Quem disse isso?

_ Fui eu!

_ Então, quem disse isso?

_ Fui eu!!!

Não obtendo a resposta esperada por parte do restante da turma teve que se contentar com aquele simples porém cobicioso “Fui eu!”.

_ Como assim foi você?

_ O sr. perguntou e eu respondi. Fui eu que disse isso aí.

_ Rapaz, quem disse isso foi Descartes.

E seguiu com sua impalpável aula sobre engenharia de resiliência.

Doravante, obrigo-me a ater a um linguajar rebuscado para confidencia-los que: passou-se ali uma cena deveras pitoresca.

Catolicismo.

Umas duas semanas atrás minha irmã, Tânia, foi atravessar uma rua aqui em Niterói quando foi abordada por uma senhora:

_Bom dia!

_Bom dia! - respondeu ela.

_Você é católica?

_ Sou sim.

_ Nós da igreja tal, estamos promovendo o catolicismo e o nome de nossa igreja. Estamos distribuindo broches. Disse a doce senhora já fixando o adereço na blusa de minha irmã.

Tânia pensou: “vou levar isso para minha mamãe, ela vai adorar”. Claro que iria, pois nossa mãe, à medida que o tempo passa, vai ficando mais beata. Dessas que só faltam cozinhar pizzas de Ostia. Prosseguiu a amável velhinha:

_ Você poderia contribuir com alguma coisa para nossa igreja?

_ Hmm... não tenho nada aqui, saí desprovida de casa.

_ Ah, tudo bem. Disse ela retirando o broche e indo embora.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Não Deu.

Segunda-feira, para quem não sabe, será dia de São Cosme e São Damião. Eu sempre fui grandalhão desde criança e o pessoal torcia no nariz para me dar doces, então, colocava minha irmã para pedir e tomava tudo dela.

Mas hoje em dia eu, com meus 26 anos, tenho outra abordagem: a cara-de-pau. No trabalho descobri algumas pessoas que distribuem doces nesta data e eu, mais que depressa:

_ Fulana, me traz um saquinho de doces na segunda heim.

_ Ciclana, me traz um saquinho de doces na segunda.

_ Fulana II, me traz um saquinho de doces na segunda heim.

_ Ciclana II, me traz um saquinho de doces na segunda.

_ Porra Leo, só aí sentado nessa cadeira você conseguiu quatro saquinhos de doces... (disse Tânia).

E eis que adentra à sala sr. Zé Carlos. Eu empolgado com meu desempenho:

_ Aí, seu Zé, o sr. distribui doces de São Cosme Damião também? Me traz um.

_ Hmm, você quer e gosta né?!?! Vou trazer um saquinho para você chupar...

Como diria Kiko: “não deu”, ou mesmo a Pops: “conta tudo pra sua mãe Leo.”

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Questão de Honra.

Meu Pai assistia ao telejornal, quando resolveu interromper essa tarefa para cuidar de sua higiene pessoal. Levantou-se e foi tomar banho. Tânia, mais que depressa... pá... mudou a TV para a novela, então aconteceu o momento mágico quando papai retornou:

_ Eu estava assistindo ao Jornal. Trabalhei o dia todo, cheguei cansado em casa e quero assistir ao que quiser. Eu que mando aqui... pá... volta a TV para o telejornal.

Minha mãe se junta aos dois neste exato momento:

_ Ei, cadê a minha novela, pode voltar pra lá.

_ É... perdi a moral.

… pá...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Sinceridade é uma merda.

Hoje, me esqueci que seria o primeiro dia de uma estagiária, Helen (a morena), e cheguei tarde no trampo, uns 40 min. A pobrezinha até me ligou. Não parei de me desculpar:

_ Aí desculpa pelo atraso, é que me esqueci de você.

_ Poxa me senti até mal agora.

Não bastasse isso, semana passada demorei a sair para almoçar e cheguei atrasado no turno vespertino. Resultado, Fernanda (a estagiária loira), ficou me esperando 30 minutos. Mas isso não é tudo, se você ligar agora ganha...

_ Poxa, desculpe-me pelo atraso, te deixei esperando muito tempo né.

_ Que nada, não cheguei no horário.

Cara-de-pau viu.