quinta-feira, 17 de junho de 2010

Amar é... (em família) - VI

Tânia e eu já morávamos em Niterói quando fomos visitar papai e mamãe em Muriaé. Era missa dominical, à noite, e óbvio que fiquei em casa por medo de derreter quando colocasse os pés na sagrada casa de Deus, mas Tânia querendo fazer pose para os pais colocar em dia suas obrigações para com papai do céu decidiu acompanha-los.

Na volta, subindo a ladeira para chegar em casa (porque eu sou mano da periferia até em Muriaé), estavam lado-a-lado dona Piedade, sr. Joel e Tânia, quando meu pai dispara um sonoro pum, mais alto que uma vuvuzela sul africana:

_ Credo pai, você não tem vergonha? – Disse Tânia indignada.

_ Por que, quem sabe que fui eu? Pode ter sido qualquer um de nós três.

Nisso Tânia, toda envergonhada, com olhar desconfiado se vira para trás e constata que existem várias pessoas manos da periferia indo embora também e pensa: “será que ouviram a vuvuzela de meu pai? Vão pensar que sou eu? Tomara que não.”

2 comentários:

  1. Boa seu Joel!!

    Pelo menos dessa vez não tem como dizerem q fui eu!!

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  2. hauhauahauahu!!!! Muito boa esta... aposto q foi a Tania e mudou a historia para se beneficiar!!! auhuahauhaua

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